terça-feira, 19 de agosto de 2014

Amor de amizade 02

- E parece que rolou a sintonia naquele instante (e olha que nos conhecemos há pouco tempo). Alguns meses? Bom, é mais ou menos isso. Na verdade nem eu sei.  Não, pensando bem, eu acho que ela sempre esteve por aí, em minha volta, sem que eu ao menos percebesse.
As coisas começam assim, assim do nada mesmo. O inesperado atraí muita gente, e quando se vê, já aconteceu. Já rolou. Já se aproximou. Já virou amor de amizade.
 
Num dia estamos chorando, noutro rindo, mas rindo com uma figura que conhecemos na calçada do bairro onde morávamos. Louco isso, não? Agora vou lhe dizer uma coisa... Não fique bravo quando sua amizade lhe disser umas verdades. Aquela mesma, que você conheceu ‘’na calçada do bairro onde morávamos’’. Mantenha-se calmo. Eu sei que você tem um pavio longo, mas que neste instante, o esqueceu. O problema é que você quer ser sempre o dono/ a dona da razão. E isso é propício do ser humano: pensar/querer/achar ter razão. Ninguém lhe disse que não tens razão. Mas, ouvir o outro faz parte da vida.  Pare de neura, escute-a. Lembre-se: ela/ele é sua/seu amor de amizade, e amor de amizade entende, mesmo que não entenda, tenta.  Você precisa deste amor. Não se sabe o que ele precisa. Se esta contigo, tenha a certeza: te ama, te adora e te quer bem (e ponto). Sem mais questionamentos, meu caro. Sem mais neuras. Sem mais mimimi.

Amor de amizade tem desentendimentos assim.
Amor de amizade tem abraços de urso.


Amor de amizade tem intimidades complexas.

Amor de amizade tem parceria na hora certa.
Amor de amizade tem impaciência quase sempre.

Amor de amizade tem briguinhas idiotas.
Amor de amizade tem de um tudo, de tudo e mais um pouco.

Amor de amizade pode até ser paixão, mas não um amor. Não um amor profundo como daqueles de cinema, porque amor de amizade, não se compromete, não se estabelece. Ele apenas se esquece, se esquece por uma noite.  Só por uma noite.
Amor de amizade é diferente de amizade, ou de amor, amor de amizade é uma conjunção das duas, tem autenticidade. Amor de amizade se ama, amor de amizade se brinca, amor de amizade é um relacionamento duvidoso, mas gostoso.
Amor de amizade é assim. Ontem ríamos, hoje brigamos. Amores passam por todo tipo de montanha russa, (e olha que eu só conheço um tipo), e é aquela mesma. Aquela que sobe e desce, vai e vem, mas que você sempre sentirá um friozinho na barriga quando o vê.  Pois a diversão começa e você tem que correr para o abraço. Ou para o beijo, ou para uma mordida no canto da boca, ou... Amor de amizade não é amor de amizade sem intimidades.  Amor de amizade sem abraços, não é amor de amizade. Sem beijos, não é amor de amizade... Enfim, sabem-se lá, quais são as tuas intimidades com seu amor de amizade.

O problema está na reciprocidade. Ela vem, mas nem sempre como se espera.







quarta-feira, 11 de junho de 2014

O prazer por Legião


Nós não éramos nada parecidos. Ela era de escorpião, e eu de virgem. Ela queria ser jornalista, e eu ator. Ela era rock’in roll, e eu sentimentos. Ela idolatrava Legião Urbana, e eu odiava.
Isso me lembra de um pouco da canção e do dualismo de Renato Russo em Eduardo e Mônica. Aquela história toda contraditória, mas com uma pitada de que tudo no fim daria certo.  Aquela canção com uma poesia boa, na batida de Legião.
Hoje eu preciso escutar Legião para quase tudo. Preciso de Legião para purificar o sofrimento do Tempo Perdido, para alegrar a vida com Geração Coca-Cola. Preciso dançar todo dia, errado que seja, mas gritar ao mundo que o melhor é gostar de Meninos e Meninas. Lembrar que a primeira música na qual me fez gostar de ouvir Legião, é, foi Pais e Filhos. Eu jamais quero esquecer que Ainda é Cedo para tudo que é possível e impossível ser feito. Pois preciso de Legião para sentir e lembrar que o Quase Sem Querer caí bem... Mas que Sem Amor Eu Nada Seria...
As canções de Renato marcaram algumas situações de minha, assim como na vida de milhares de pessoas. As canções tocadas pela banda Legião Urbana, lá nos anos 80, ainda hoje fazem a cabeça dos jovens e de familiares, aqueles mesmos que vivenciaram na época. Elas viraram um ícone, ficaram clichês, mas uma obra literária de grande porte e que até hoje fazem sucesso.
Depois de começar a ouvir as composições, acabei concordando com os pensamentos do poeta Renato Manfredini Júnior, nascido no dia 27 de Março de 1960. O Renato nos proporcionou todos os tipos de sentimentos em suas canções. Renato foi um cara bastante comovente, ele cantava com o coração, ele falava com atitude, ele era inquieto, e um pouco revoltado com o povo parado brasileiro. Infelizmente morto em 11 de Outubro de 1996, devido às complicações causadas pela AIDS.
Naquela época, por volta do ano de 1983 quando mais ou menos se deu o surgimento da banda, Legião era uma febre. Eu não era nascido, óbvio. Mas, Brasília tremeu, e os jovens roqueiros da época também. A banda foi conquistando todo o Brasil com seu jeito razão e emoção, com suas canções únicas e identificáveis.
Os jovens que não eram nascidos nessa época, assim como eu, foram influenciados pelos seus pais, tios ou até amigos. Ana Claudia, uma amiga no tempo de puberdade,  ela que me fez gostar de Legião Urbana, e tenho para lhe dizer que foi uma das coisas mais simbólicas de minha vida. Eu sempre me emociono com as canções, pois elas falam comigo, você as sente, você vê verdade nas letras compostas pelo meu, pelo seu, pleo nosso poeta Renato Russo.


 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A nossa verdadeira arte é o nosso ser


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Teu jeito involuntário, revolucionário e autoritário. Me encantou demais.
Tuas atitudes, teus gestos verdadeiros e sinceros, soaram como uma agressão. Assim como, uma criação. Criação minha e tua verdade.
Tua estética, forte e negritude respingaram bravura, numa quase armadura. Uma alma quase pura?  Armadura, pura que nada, palavras apenas atiradas e por mim mal interpretadas.
Falou, ta dito. Não a venha incomodar com murmurinhos. Um grito, nunca a vi gritar. Sorrir, nem a vi chorar. Calada é chata. Falante, ousada. Suas palavras com sonhos, mas presa à realidade. Realidade sua, não minha. Não minha, mas a conheço. Conheço por ter uma só minha.
A chamo, e lá esta ela com suas faces tão inconstantes, inconstantes que nada, sem rasgação de seda. Seda para que? Seda para que te quero e não lhe espero, se não me esperar... Mentira minha, não nasci contigo, mas contigo quero estar, a ti pertenço com uma arte verdadeira que da brilho à vida, a sua vida, a minha e ao nosso ser.
Um abraço e sem beijos, pois aqui não há rasgação de seda.



terça-feira, 6 de maio de 2014

Saudade(s)

 

Saudade(s) é uma nostalgia sentimental que nos faz lembrar de algo, alguém ou alguma coisa deste alguém que torna ausente no agora.
Nem todos admitem sentir a tal saudade(s), e se admitem, a odeiam. Outros não. Os que não admitem, mentem. Mentem ao afirmarem que estão seguindo a vida e que tal alguém ou tal coisa de tal alguém já esta apagado, deletado, excluído. E sem mais. Men-ti-ra. Todos sentimos saudade(s). Sentimos do verbo Sen-tir. 
A saudade(s) manifesta-se de várias formas: há aquela '' saudade viajante'', onde a sentimos quando geralmente sabemos que amamos e amamos por sentir saudade da pessoa que nos faz falta, nos faz lembrar coisas positivas, palavras, olhares, momentos. Uma saudade que você sabe, vai acabar, vai acabar num demora, assim que seu love voltar da tal viagem a tal dia em tal hora. 

 















Se não for uma das piores, ela é a pior, ''saudade mortal''. Aí, já diz tudo. Eternamente lembrando com nostalgia do não palpável. Ela sempre vem do nada, ou quando menos se espera. Ela leva quem nos ama, ela leva quem nós amamos, não quem amávamos, pois ela é para sempre e quem ama uma, ama sempre. Quem diz que amava, mente. Quem que diz que existia, mente. Amava e existia não, continua por aí, a existir a amar... As lembranças podem te comprovar. 
E em tempo em tempo somos escravos e propriamente dito, personagens principais de histórias de saudade(s). No singular e no plural dela. Seja ela, ora saudade, ora saudades.






quinta-feira, 10 de abril de 2014

A leveza de seu peso




" Então, o que escolher? O peso ou a leveza? Foi a pergunta que Parmênides fez a si mesmo. Segundo ele, o universo está divido em duplas de contrários: a luz e a obscuridade, o grosso e o fino, o quente e o frio, o ser e o não-ser. Ele considerava que um dos pólos da contradição é positivo (o claro, o quente, o fino e o ser), o outro, negativo. Essa divisão em pólos positivo e negativo pode nos parecer de uma facilidade pueril. Menos em um dos casos: O que é positivo, o peso ou a leveza? Parmênides respondeu: O leve é o positivo, o pesado é negativo. Teria razão ou não? Essa é a questão. Uma coisa é certa. A contradição pesado-leve é a mais misteriosa e ambígua de todas as contradições. "
A Insustentável Leveza do Ser- Capítulo 2

A vida nos torna incríveis quando a usamos com simplicidade e humildade. Também com uma dose de compreensão. Pois nem sempre o leve será a paz ou o certo, e que o pesado não resultará, muitas vezes, no errado. E que isso tudo no qual disse, pode ser o contrário ou não. Pode ser tudo verdade. Assim como não. É uma questão duvidosa. Não necessariamente uma mentira. Dúvidas não são mentiras.
Os acontecimentos de nossa vida, e até mesmo no dia-a-dia nos tornam cada vez mais desgastantes, isso não é normal. Não mesmo. Forte são aqueles que conseguem esquecer, ou deixar guardado  uma dor e continuar vivendo, vivendo bem e continuando com suas obrigações, objetivos e sonhos. Eu não consigo. Não consigo pelo fato de eu ser um ator dramático de minha vida. 
Todos estamos neste mundo por um bem incomum ou comum. Temos objetivos, ideologias, sonhos, verdades, felicidades, mantras, preciosidades pessoais, intimidades, amor de amigos, maternos, fraternos(...) Enfim, são tantos amores, que acabamos morrendo por eles, dia-a-dia. Até que o amor acaba, ele vai embora e nem nos dá adeus. Isso abala. E como. Ninguém entende. Só quem vive a dramaturgia sabe.
O peso pode permanecer na nossa vida por tempos, ele nos faz sentirmos tristes, acabados e feridos. Mas, quando ele acaba. Sentimos falta. Sentimos falta não da dor e dos motivos daquelas lágrimas. Tentamos esquecer a dor e lembrar aquilo que nos trouxe de bom, de positivo. Os sorrisos, os abraços, as lições.
O leve esta dando o ar da graça, ele quer dançar, mas o peso ainda não quer deixar, o peso esta prestes a sair, ele quer dar espaço ao leve. O leve é que esta soltinho, ele esta sem rumo, esta pulando por aí, esta perdido. 
O peso e o leve tendem a juntar-se para tudo aprimorar-se e aprender a viver esta vida. Pois há muita gente no mundo achando que sabe muito sobre ele. 
Sábios não sabem nada sobre o mundo, sábios têm dúvidas. E não tenha dúvida, sábios são aqueles que conseguem perceber e aprender com os pesos e as levezas de suas vidas. Se eles não perceberam ou não aprenderam ainda, não duvide, eles estão em fase de tentar entender. 


domingo, 6 de abril de 2014

Deixa soar com humildade esta ''auto-ajuda''

É, e qual é o problema com o ''ajudar'' ou ''auto-ajuda''?
Se te faz mais cidadão, ou coerente. Para que tanta impunidade ao outro? Chega de marra! Se é o que te faz refletir coisas boas, se te faz feliz e viver melhor. Porque não ler aquele livro, aquele livro que conversa contigo. Aquele livro que abre tua mente ao saber viver e aprender com a vida. Ou até mesmo, conhecer aquela pessoa que todos a consideram chata por ela conversar assuntos totalmente diferentes ao seu. 
Gente, se o ''auto-ajuda'' soa careta, talvez quem esta sendo careta  é você. 
O problema do ser humano, desta nossa sociedade, é que um sempre põe a culpa noutro. E assim vamos... Crescendo e evoluindo. Que hipocrisia!
 
 
Bom, lembro que uma vez estava lendo um livro, não recordo-me exatamente título ou que assunto o livro remetia. O que lembro, foi que o tal livro relatava sobre a vida e tais coisas neste sentido. Mostrei a alguém e indiquei.  Enfim, a pessoa mal olhou a sinopse, de certo viu que falava sobre a vida, e de uma forma mais ''auto-ajuda''. Aí largou uma farpa: nossa, um livro auto-ajuda. Auto-ajuda? Não obrigado. Calei-me e fiquei na minha. 
O que eu vejo, o que eu percebo? Percebo que as pessoas e que uma grande maioria delas, opina sobre só aquilo que elas veem, aquilo que é nítido. Eu sei, é chato não ver algo palpável e opinar. Até porque eu sou do tipo que só crê vendo.  Mas, neste caso eu estou querendo me referir ao sentido: auto-ajuda da vida. 
Caros cidadãos de tempos atrás e até mesmo, atuais.  Sabemos que vocês são assim, assim deste jeito prático, automático, preconceituoso, e nenhum pouco interessado em assuntos como a vida, ou que suplique uma ajudinha.  Nossa, para que? Quem sabe da vida deles, são eles. Não tende opinar (e ponto). E eles não precisam não de livros de ''auto-ajuda'', de pessoas de ''auto-ajuda'', de frases de ''auto-ajuda'', de paisagens de ''auto-ajuda'', ou qualquer outra coisa, expressão, palavra, ou gesto que reflita algum braço torcido.
Os livros todos são ''auto-ajuda'', as imagens, as palavras, as pessoas, os sinais (verdes ou vermelhos), a paz, a revolução, a manifestação, os carinhos, os olhares. Tudo é ''auto-ajuda'' é só olhar de um ângulo diferente. E é aí que todo mundo se esquiva. 
Pois o bom é refletir sobre tudo que possa te fazer melhor nesta vida. E se não deu certo, e se não sabe qual caminho tomar, e se ta perdidão. Ué, para que se esquivar? Corra para o primeiro abraço e aceite a ajuda, ou então a ''auto-ajuda''. 
Chegou de impunidade por babaquices. Ok?
Lembrando: tudo é ''auto-ajuda'' se soar dentro de ti com humildade.




quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Sua Persuasão Ativou Minha Felicidade


 

A noite daquele sábado parecia dar em nada. Estava eu, sentado na sala formulando os meus bilhetinhos de mensagens. Eu amo. Houve uma surpresa inesperada. Aceitei o convite e fui.
À primeira vista, seria de uma noite sociável e alegre, é, e foi. Não tão como se esperava, dançamos candomblé- coisa de negritude-, estava ótimo, aquele ritmo, aquelas pessoas, e aquele nosso amor de amizade, os três reunidos e dançando. Lembro até agora, o momento era bastante auspicioso. Depois o auspicioso, ou melhor, bem antes, foi-se desandando. Momentos deste tipo fazem parte de uma noite de serenata. Anda e desanda toda hora. Isso é bom, o monótono que é horrível.

À segunda vista, tudo já estava desandado.
Aí, é que a noite estava repleta de alegria, eu estava pleno e feliz. Só disso que eu sei. Agora as especulações, não me interessam, não agora, agora que eu escrevo esta crônica, e o que me interessa são as boas lembranças e não as especulações, disso é que eu me lembro: boas lembranças.
O Whats funcionou como meio de comunicação, eu queria encontrar, e encontrei. O convite mais uma vez foi feito, e eu desta vez, aceitei, e aceitei com uma dúvida, mas com a certeza de que eu queria ter um momento de paixão, de amor, ou de liberdade naquela noite. A noite da serenata, a noite da sociabilidade, da loucura, da negritude, das luzes, dos beijos, dos chupões (totalizando cinco). E não é que eu estava feliz, eu estava livre, livre só naquela noite. Sorriso de orelha a orelha, abraços, beijos e amor de uma noite de sábado. O convite foi feito com muita persuasão.
A felicidade é repentina, e inesperada, e as coisas foram sempre assim na vida, na minha vida. E tenho para lhe dizer que assim é bom, é melhor, eu não me angustio, não me iludo, e não fico nostálgico depois, depois das coisas terem ou não acontecido. Então o que tenho a lhe dizer é que, curta, curta a tua felicidade efêmera como venho dito em outra crônica. Porque a efemeridade desaparece, e assim, num estralo. Hoje não há felicidade e paixão efêmera, mais quem sabe amanhã, ou depois de amanhã. A felicidade vem e você nem a espera, e te garanto, é mais gostoso, é bom, te faz bem. Aproveite o que te faz bem.

Se houver especulações depois, que haja, pois o importante é o que da noite foi feito.




sexta-feira, 21 de março de 2014

Amor de amizade

E parece que rolou a sintonia naquele instante (olha que nos conhecemos há pouco tempo). Alguns meses? Bom, é mais ou menos isso. Opa, na verdade ela sempre esteve por aí, aí em minha volta, sem que eu ao menos a percebesse. As coisas começam assim, assim do nada mesmo. Um dia estamos chorando, noutro rindo com uma figura que conhecemos na calçada do bairro onde morávamos. Louco, não?
 
Agora, vou lhe dizer uma coisa... Não fique bravo quando sua amizade lhe disser umas verdades. Aquela mesma, que tu conheceste na calçada do bairro onde morávamos.  Mantenha-se calmo. Eu sei que você tem um pavio longo, mas que neste momento, o esqueceu. O problema é que você quer ser sempre o dono da razão. Ninguém lhe disse que não tens razão. Mas, ouvir o outro faz parte da vida, e da tua também. Agora, ouça-a e para de neura.  Lembre-se, ela é sua amizade e você precisa dela. Não se sabe o que ela precisa. Mas, se está contigo, tenha certeza. Te ama, adora e te quer bem. (e ponto). Sem questionamentos, meu caro.

Amor de amizade é assim. Ontem riamos, hoje brigamos. Amores passam por todo tipo de montanha russa. (e olha que eu só conheço um tipo) É... Aquela mesma, aquela que sobe e desce, vai e vem, mas que você sempre sente um friozinho na barriga quando volta a vê-la. Pois a diversão começa e você tem que correr para o abraço. Ou para o beijo. Ou... Enfim, sabem-se lá quais são as tuas intimidades com suas amizades. (risos).
Não se esqueça de uma coisa, tem que deixar rolar o amor da amizade. Ou no outro dia irá se arrepender. Ouviu?
Agora, o sol bate em minhas costas (menos mal que não é no rosto). Estou tranquilo e amando cada vez mais este amor de amizade. O problema é que eu cobro demais, eu me magoo demais, eu amo demais, quando eu quero eu falo demais, quando eu quero eu me silencio demais, quando eu crio eu crio demais, quero mudar o mundo demais, quero gritar demais, chorar demais. Na verdade, a inconstância me domina às vezes. É isso.
Eu quero reciprocidade, e nem sempre a reciprocidade vem como se espera. 

William Corrêa

domingo, 9 de março de 2014

Felicidade Efêmera


É como se tivéssemos passado por um instante, um instante, realmente repentino. Foi só aquilo, naquele momento. Que foi bom foi. Foi bom mesmo.  Foi pouco, mas talvez tenha marcado algo tão incrível, que o incrível já não existe mais no agora.
Eu sei, me desculpe. Eu me expresso nas interrogações e isso é de mim, vai vê você não me entenda, ou melhor, ninguém talvez me entenda. O problema não é entender, e sim, tentar entender o que as interrogações querem dizer.
Meus pensamentos, meus textos, minha forma de me expressar tem bula. É uma bula bem diferente dos remédios, nos quais nós vemos. Na bula dos remédios você vê, lê e entende. Na minha bula, você não lê, sente. Caso não me entenda nesta bula das interrogações, no qual tudo é em forma de um ponto de interrogação assim (?). Aí, se não entenderes. Te liga, preste atenção, converse, fale, grite ou se expresse na afirmação das minhas interrogações.
Somos de instantes, ser livre às vezes soa descartável, não que seja, mas soa. É magnifico a liberdade, quem não a quer, não é mesmo?   Eu quero, você, aposto que também. O carinha que anda de skate, a menina que tem seu diário virtual e que gosta do carinha do skate, ou a menina que espera seu namorado, namorado este que não vem, mas ela o ama. 
Todos pensamos na possível liberdade. Ela tá aí, na nossa cara. Gritando: LI-BER-DA-DE!
Uns até sabem a usar, e como... O guri do sorriso metálico que vai a quase todas as noites, ele se comunica muito, não sei se dança, mas eu te garanto, ele usufrua muito da liberdade. Sua ideologia grita alto aos ouvidos de quem não a tem.
Depois de uma terapia de ideologias, junto a minha, eu resolvi renovar a minha liberdade. Te juro, ainda não a usei completamente, ainda há tempo. Lembro que o guri do sorriso metálico disse-me: Vai, você tem que se jogar, ter experiências, tudo é experiência quando se é livre. Porque depois quando ficamos velhos, aí sim, tudo caído, não da para fazer nada. Tem que aproveitar e não se apegar. 
Viu, é por isso que eu preciso escutar, entender, e digerir esta liberdade, para encontrar a felicidade efêmera.
William Corrêa 

domingo, 10 de novembro de 2013

Eu aqui


E... Eu fico aqui, meio quieto, ao observá-la de uma forma curiosa, desconfiada, questionada. É, afinal, esta é a minha vida contraditória.



Há pouco tempo atrás, estava eu, num lugar tão íntimo (mas, com intimidades que ao menos sei). Papos e cartinhas (não de amores), e sim de bate-papos.

Caminho e caminho. Aí, em certo momento, sento em frente a um bar ali no centro. E é aí que eu vejo,  anda tudo movimentado e lotado.(se é de intimidades, não sei). Sim, vejo pessoas de um lado para o outro. Isso, fico meio tonto. Mas, as observo. 
Sei que onde estou há tranquilidade e um pouco de ar fresco. Entretanto, não há nenhum silêncio. Só ar fresco mesmo. Pessoas andam, pra lá e pra cá (mais uma vez), ou consequentemente continuam andando (agora são outras pessoas, pessoas diferentes com passos diferentes, com intimidades diferente). Onde vão? Bom, não sei. Só sei que estão onde estão por algum motivo, que eu também não faço ideia. Talvez eu lavante daqui e vá puxar assunto com uma delas. Talvez. Talvez se eu tiver algum propósito. Aí, eu vou. Caso o contrário vou ''mimbora'' para o Gasômetro ou para CCMQ. 
William Corrêa

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A fome que some

Em meio a este tempo, com estes pequenos e charmosos ventos lá fora. Percebo o quanto perco o tempo fazendo nada aqui dentro. Também o que me adianta sair se ao menos penso em fazer algo. 
Ontem eu vivia em tentar compreende-la , hoje vejo que com o tempo a compreendo, um pouco mais que ontem. Mas, isso me ajuda. Parece que tornou desinteressante, mas devo encontrar aquilo que era interessante nela, naquela conjunção sublime que observava ao vê-la. É difícil, pois até mesmo ainda é complicado, não em compreende-la e sim compreender este momento. Ou talvez eu esteja pensando de tal forma errada e complicando tudo. É de meu costume: complicar tudo. Este tudo que não é exatamente nada. 
Está bem eu queria gritar, fazer tudo insensatamente, ao contrário do que sempre faço. Bom, ás vezes me esbarro em algo, escorrego nos barrancos da vida, assim como todos. O problema é que quando há uma ''chamada de atenção'' eu me condeno, eu me infelicito. Sim, sou um autocrítico. 
Dormi hoje mais do que devia, ou talvez eu nem deveria ter dormido tanto assim, levantar para que? Se eu já sabia o óbvio. Eu canso de caminhar sim, mas não desisto. Caminhei ontem de
Santa Teresa à Nonoai. Não da nada, é assim que eu provo a mim,  que estou vivo. Que estou ativo, que estou vendo o mundo na rua.  Mas, mesmo que doem os meus pés: eu continuo a ''nadar''. 
Não sei, mas estou meio ''mole, mole, mole: poom!''. Sabe aquele joguinho de mão mole? Pois é, pegamos a mão de um cidadão e geralmente deixamos-o sem ação e nós mesmo fazemos a sua ação. Isso, parece que estou assim, parece que a vida está fazendo todas minhas ações. Estou ligado, ou melhor, já automático. Não deveria, mas estou neste momento chato. Besteiras. São minhas besteiras. Só queria, ou melhor quero coisas interessantes para fazer, o problema é que não vejo nada, nada que me interesse no momento. Não estou com aquele entusiasmo, com aquela vontade, não sei onde foi parar aquela minha fome pelas coisas. Mas, é como eu digo: é algo de momento. Nada que não passe, daqui algumas horas e não faça-me dançar ''Macarena''. 
É,  talvez eu deva... Quer dizer... Eu vou,  sair desta cadeira, abrir a porta, curtir o vento. Aí, sim. Pois talvez isso, ou melhor é isso que vai me trazer todo o ânimo de volta. Fui...

William Corrêa

domingo, 13 de outubro de 2013

Momentâneo


Observo, planejo e ai ponho em ação. É meio estranho. Mas, eu sou assim... Talvez eu não deveria ser tão assim, tão sistemático para algumas coisas, mas se não fosse assim, me perderia em tudo, ou quase tudo... Até assim, me disparo, me perco, só que ao levar um toco, retomo do lugar donde estava.. Deveria apenas fazer, sem pensar muito. Vou tentar. É, que... Eu sou meio confuso comigo mesmo, tenho minhas dúvidas em relação a vida. Tenho minhas dúvidas em relação as pessoas, tenho minhas complexidades individuais. Quero fazer tudo ao mesmo tempo, daí quando faço uma de cada vez, penso que estou muito atrás, atrás de tudo. Do mundo.
Quando eu chego aqui, sento no sofá me sinto acolhido, ela me abraça, me abraça forte. Só ela quem me abraça assim. Por isso devo valorizar este abraço. É um abraço de experiencia, de pessoa vivida, de pessoa alegre, de uma pessoa admirável, de minha biza avó. Eu me sinto alegre ao lado dela. Não preciso dizer o quanto estou, só fazer-se reciproco já vale a pena.
Não digo muita coisa. Tento sempre puxar um assunto aqui, um assunto a cola. Aí, quando eu digo, parece que ninguém me escuta, parece que ninguém se importa tanto assim. Mas, eu ainda falo. Falo alto quando possível, talvez não seja claro. Enfim, este é meu jeito.  Sei que vai dar certo, quando, já não sei. Só tenho a certeza de que dará tudo certo.
Agora estou aqui, num lugar que não é meu, mas que de certo modo, me sinto acolhido. Talvez eu seja dramático. Mas, eu sou assim. Quando vejo este tempo, tenho a esperança de que fluirá um sol, assim como uma grande rosa vermelha, logo, lá no quintal.


William Corrêa

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Espontanea(mente)


Está bem se eu disser que a vida é fácil, estaria sendo mó hipócrita. Mas, como hoje não estou com este meu lado, na atividade. Preferirei ficar em silêncio. Ou melhor, apenas digitar o que me resta.
Se talvez eu fosse definir minha vida em exclamações ou interrogações, talvez com uma grande interrogação, assim (?). Definiria muita coisa... Quer dizer, perguntaria muita coisa. Até por que, eu sou aquele tipo de ser humano, que pergunta bastante coisas, ás vezes não muito pelo fato da vergonha. Bobice minha. Sei lá, talvez pelo fato de eu ser assim: Dramático. Sincero.Carente. Amigo. Louco. Calmamente tranquilo. Irritante. Alterado. (In)paciente.Observador. Confuso. Atrapalhado.
O legal desta vida é que as pessoas nas quais conhecemos, não tem muita paciência para nos escutar. E quando têm, aí nós não queremos. Confuso está vida não? Bom, em partes.
O legal, sem  ser irônico é que conhecemos pessoas, e não digo aquelas que não nos entendem, mas aquelas de coração aberto como o nosso. Talvez elas sejam anjos mandados de algum lugar desconhecido,ou quem sabe conhecido, mas que neste exato momento o desconheço, mesmo. Sem mentira nenhuma. Me apego, e quando é para desapegar, não consigo. Isso eu não intendo na vida. Nascemos, somos filhos, pais, netos, nos apegamos às pessoas e aí, quase ou uma pequena parte deste sentimento se vai, ou desgasta-se. Por que isto? Não é. Pare. Não se lamente, e vá abraçar qualquer pessoa, qualquer uma mesmo, até aquela desconhecida. (Não digo para abraçar a qualquer ser humano que tu avistares e sim com quem simpatizares. Até com QUEM não, mas abrace.) Abra, tente fazer com que a vontade deste sentimento se aflore.
Juro, tem vezes que eu quero sair correndo, matar quem eu amo, ou melhor, magoar quem me magoa e até mesmo sair de fininho sem ninguém me avistar. Sim. Eu gosto de ser avistado, de ser lembrado.Está escrito na minha testa. Não se cale William. Eu só me calei por que você se calou. Sem reciprocidade não tem graça. Amanhã é outro dia, dia de tentar ser um pouco dinâmico e aparentar ser simpático com todos, se duvidar até com as paredes nas quais vemos todos os dias e calam-se ao nos ver fazer caras e bocas, por tais situações de nosso cotidiano. Opa, que palavrinha chata, não? Co-ti-di-a-no. Não curto, não gosto. Tem vezes que eu penso para mim: se eu não aguentar hoje, morro amanhã, pois não me adapto a qualquer ambiente.
William Corrêa

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pensava assim há um ano atrás


Aprendemos a ser educados com todos que conosco são, (pelo menos foi isso que nossa mãe nos ensinou), não que nós iremos fazer aquilo que ‘’mamãe’’ disse, mas né...
Hoje, vivemos num mundo calmo em relação às décadas anteriores, muito diferente dos movimentos hippies e do tropicalismo da época de 60. Eles sim viviam perturbados e compromissados e não com uma empresa, ou com namorados (as) e sim com seus ideais e o do mundo inteiro. 
Nós vivemos num mundo cada vez mais imbecil, imbecil em que sentido não é? Num sentido geral! As pessoas dizem ser amável a nação (só que não), as pessoas dizem se amar (só que não). Num geral, o mundo está bem pior do que na Ditadura, pelo menos naquela época era tudo frente a frente, hoje nem isso acontece. O povo anda muito covarde, sem dizer nada, uma palavra, uma controvérsia, uma contradição: nada!
Canso disso, daquilo e daquilo outro. Não sejam falsos conosco e muito menos com a sociedade. Todos sabem que o nosso mundo está cada vez uma merd******, olha pro teu lado. Olha em tua volta...  Deixe de lado esse teu silêncio repentino e vá lá ao centro cobrar o teu cd que comprastes dos mentirosos de plantão. Um dinheiro seu.  Eles te enganaram e que te fizeram de bobo! Vá! Um grito pela justiça (seja ela qual for).
Não vivemos mais para escutarmos os outros (temos de também), mas não só escutá-los e sim fazerem nos escutar. Hoje, não somos mais crianças ou ‘’pirralhos’’ da 5ª série do ensino fundamental, e sim jovens adultos que querem um ideal e uma manifestação, seja ela qual for e como... Não seja um covarde, você cresceu, e tens compromissos, vá procurá-los!! Porque os meus, já os tenho e quero correr pra não perder os outros que estão prestes a serem alcançados pelos que estão correndo, assim como eu. (vá suar sua camisa)

William Corrêa
                      

domingo, 15 de setembro de 2013

Nunca deixe de ser lembrado


(...) E então passamos de ''galho em galho''. Ás vezes, somos obrigados a seguirmos nossos impulsos. Errar? Erramos. Como é que dizem mesmo? Ah, lembrei. Metemos os pés pelas mãos.
Lá, quando crianças, mudamos de escola por um futuro melhor (pura ilusão). Talvez se eu tivesse ou não mudado de escola seria este mesmo William no qual sou hoje. O que mudou foi só as consequências e experiências, pessoas, complicações e concretizações brilhantes. Mas, ainda somos obrigados a nos socializarmos com pessoas nas quais não conhecemos. Mas, no fim, da tudo certo - porque se ainda não deu certo, é porque ainda não chegou no fim-.
Tiramos conclusões, que mesmo não querendo, iremos; falar, papear, rir, chorar, silenciar, gritar, lamuriar, revolucionar e porque não nos conhecermos, nem que seja um pouco. Iremos nos conhecer.  Algumas destas pessoas por sua vez, continuam até hoje conosco. Outras saem  assim (.........................)  do nada, deixando apenas lembranças, lembranças essas que lembramos até hoje.  Elas saem sem ao menos dar-nos um  ''adeus''. Esquecem-se de nós. Mas, que nós não as esquecemos. 
Talvez esta fase, passe.
Talvez esta fase, mude.
Talvez está vida, desapareça.
Talvez este sonho não seja realizado. Mas, que na realidade o tornarei um sonho visível, ao deitar em meu travesseiro e tranquilizar-me com um sorriso neste meu rosto. Pois hoje estou de aniversário. 

'' Nunca deixe que lhe esqueçam (chame atenção, incomode, exclame, silencie) , pois é a pior coisa do mundo: não ser lembrado. ''



William Corrêa

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bem antes da sociedade acordar



Aprendemos a ser educados com todos que conosco são, (pelo menos foi isso que nossa mãe nos ensinou), não que nós iremos fazer aquilo que ''mamãe'' disse, mas né...
Hoje, vivemos num mundo calmo em relação às décadas anteriores, muito diferente dos movimentos hippies e do tropicalismo da época de 60. Eles sim viviam perturbados e compromissados e não com uma empresa, ou com namorados (as) e sim com seus ideais e o do mundo inteiro. 
Nós vivemos em um mundo cada vez mais imbecil, imbecil em que sentido ? Num sentido geral! As pessoas dizem ser amável a nação (só que não), as pessoas dizem se amar (só que não). Num geral, o mundo está bem pior do que na Ditadura, pelo menos naquela época era tudo frente a frente, hoje nem isso acontece. O povo anda muito covarde, sem dizer nada, uma palavra, uma controvérsia, uma contradição: nada!
Canso disso, daquilo e daquilo outro. Não sejam falsos conosco e muito menos com a sociedade. Todos sabem que o nosso mundo está cada vez uma merd******, olha pro teu lado. Olha em tua volta...  Deixe de lado essa teu silêncio repentino e vá lá ao centro cobrar o teu cd que comprastes dos mentirosos de plantão. Um dinheiro seu, que te enganaram e que te fizeram de bobo! Vá! De seu grito pela justiça (seja ela qual for).
Não vivemos mais pra escutarmos os outros (temos de escutar também), mas não só escutá-los e sim fazerem nos escutar. Hoje, não somos mais crianças ou ‘’pirralhos’’ da 5ª série do ensino fundamental, e sim jovens adultos que querem um ideal e uma manifestação, seja ela qual for e como... Não seja um covarde, você cresceu, e tens compromissos, vá procurá-los!! Porque os meus, já os tenho e quero correr pra não perder os outros que estão prestes a serem alcançados pelos que estão correndo, assim como eu. (vá suar sua camisa) 

Will Corrêa

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Sociedade artificial







Não olhar se tornou; superior, não beijar se tornou; não amar, não sair; não curtir a vida (ou anda tudo igual), não telefonar, não se lembrar, não dizer ''eu te adoro'' ou '' eu te amo'', se tornou tão clichê, ou até mesmo, esquecido.
A sociedade, no geral, quer ser o que não é, quer dizer o que não sabe, quer dar um de esperto em cima dos outros. As pessoas (não todas elas), tornaram-se artificiais. Mas, o do porque já não se sabe porque. As coisas, se tornaram tão monótonas que a vida passa a ser chata, e até mesmo, as pessoas que nela estão anexadas ou plantadas.
Eu queria realmente, viver como se eu estivesse agora, nesse instante, num vídeo monólogo.
Will Corrêa

Detalhando

As pessoas num geral, se esquecem dos detalhes da vida, se esquecem das pessoas, dos carinhos, dos dizeres bonitos, dos sorrisos amigáveis, dos amores perdidos, dos familiares, das músicas antigas, dos olhares, dos doces, das amizades de infância, das palavras fáceis, dos sabores das coisas. A vida, se torna tão monótona quando já se sabe muitas coisas existentes nela.

Will Corrêa


sábado, 6 de julho de 2013

Estamos desrespeitando a vida

Nos deixamos levar por sentimentos muitas vezes desnecessários. 

 Hoje, percebemos o quanto a sociedade é egoísta. Analisamos pessoas com sentimentos floridos, mas que nelas anexados estão os sentimentos contrários.
O ignorante participa do que é propício a ele (sem ao menos conhecer aos outros e o que eles têm a dizer).
O alegre contagia a todos com sorrisos (sorrir, não significa estar alegre).
A vida nos dá os dois lados da moeda, agora a escolha é feita por nós. Quem um dia não errar, não tentou.
Porque a vida nos ensina tantas coisas? Por quê?  Acho que a vida nos mostra um bi de coisas nas quais nos damos ao luxo, e aí,  recusamos. Por quê? Porque o fácil é recusar do que mergulhar e errar? Ou porque é mais fácil recusar do que aceitar, do que ser a vitrine de sua turma, ser o plano de fundo de seu ambiente familiar, a capa de um caderno blindado, o sol, ou até mesmo o personagem, o mais importante de um filme estrelado numa sala de cinema, aqui,  em Porto Alegre. É, mas recusar por quê? Porque não estamos mais afim? Porque estamos simplesmente nos lixando? Ou por ventura estarmos desrespeitando a vida?Todos, sabemos que a cada um individuo cabe seus direitos, que da o direito de: ir e vir, a saúde, a educação, a moradia (e blá blá blá).
Acho que todos, ou uma grande maioridade dos indivíduos existentes na sociedade esqueceram-se de um único e mínimo direito em que faz uma grande diferença, no qual não só desrespeita a vida, mas sim a um outro individuo. Onde diz que: sua liberdade termina, onde a do outro começa.


will corrêa

terça-feira, 2 de abril de 2013

A vida e suas multiplicações







Uma vida é mais difícil do que uma multiplicação dela. 
Hoje, temos problemas nos quais nos deixam cada vez mais preocupados e sem explicações. 
Eu levo tudo pro pessoal, mas o que há de fazer se assim sou eu.
Todo mundo fala. Falam porque não vivem tais situações como as minhas. Dizem, o que supostamente acham que é o certo. Enfim, me diz quem não erra? Me aponta uma única pessoa na qual nunca errou nessa vida? Vergonha na cara, poucos tem. Alguns dizem tantas coisas que você acaba se desintegrando... Daí quando chega a sua hora de falar, ninguém te ouve, ninguém te intende, ninguém nada...
Entretanto, há uma vida a se viver certo? Todos nós seres humanos, somos inteligentes e sabemos sim, apontar uns aos outros. Basta um erro. E lá vai o ''dedo na cara''.
 Tímidos todos somos; basta encontrar pessoas desconhecidas para isso ocorrer;
safados, todos somos sim, basta estarmos  em quatro paredes para provarmos isso;
gritões, chatos, moralistas, hipócritas, sentimentalistas, arrasadores, positivos, conquistadores. Somos tudo! Ou seja; personagens da vida real.
Há uma mulher nesse mundo no qual conheço, e dela, tenho uma enorme admiração (poderia ser até minha mãe).
Momentos positivos passo aqui, mas os tristes permanecem lá dentro. Mas, calma-te. Amanhã já é segunda e eu só quero é ser feliz pra tantos outros dias, a serem seguidos... 



Will Corrêa